

Depois de dois anos após a aprovação da lei do piso salarial nacional educadores de todo o país encontram entraves e resistências dos gestores para cumprimento da lei , assegurados por uma ação de inconstitucionalidade de alguns governadores que não tem compromisso com o trabalhador em educação.Dia 31 de março foi a vez do trabalhador em educação em todo o estado do Pará cruzar os braços e mostrar sua indignação diante da enrolação de prefeitos e governo do estado.Em Marabá o protesto foi além e reuniu servidores de toda a administração municipal pedindo moralidade na administração Maurino Magalhães que já teve seu vice-prefeito preso pela polícia federal dentre outros escândalos de sua administração.Apareceu até um caixão representando a morte da administração, saúde e educação.
