quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
O CONTRA CHEQUE ZERADO
Lamentavelmente a ameaça, a perseguição e a retaliação são instrumentos muito bem utilizados pelo atual gestor de Marabá que, ultimamente, não senta pra negociar com ninguém nesse município e ainda diz-se um servo de Deus. Hoje os trabalhadores da educação em greve têm em mãos a concretização das ameaças: “O CONTRA CHEQUE ZERADO”.
Falta de aviso não foi o prefeito jurou vingar-se das vaias que recebeu na frente do presidente. Vaia a qual atribui apenas aos servidores da educação que não passavam de “meia dúzia de gatos pingados” dentro do local, pois os outros foram barrados pela segurança do presidente por estarem com faixas, nariz de palhaços e outros apetrechos não permitidos no evento. Segundo ele, o prefeito, foram os trabalhadores em educação quem orquestraram a vaia dele na frente do Lula. Se tivesse sido ele não deveria ter se vingado de maneira tão baixa e mesquinha. Agora pergunto o que será que ele vai fazer com os trabalhadores da saúde que também estavam lá e o vaiaram? Os sem tetos? Os garimpeiros?Os universitários? Os estudantes secundaristas? E os empresários? Será que só vai ter tronco (método antigo de castigar escravos) para o pessoal da educação?
Em greve desde o dia 2 de junho os que se aventuraram a tirar o extrato do contra cheque custam a acreditar que tiveram seus direitos violados. O Ministério Público recomendou ao prefeito que não descontasse os dias parados e sentasse com os grevistas para por fim na greve, mas ele afrontou o Ministério Público mais uma vez, essa não é primeira, e mandou cortar o ponto dos trabalhadores da educação. Como já vinha fazendo desde o inicio de seu mandado afronta o Ministério Público e não atende a recomendação de uma promotora. Será que nessa Terra não existe "JUSTIÇA”? Nem a justiça divina parece que funciona contra esse prefeito.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
TRABALHADORE EM EDUCAÇÃO DE MARABÁ PROMOVEM LAVAGEM NA SEMED

Indignados com a repressão da Secretaria Municipal de Educação de Marabá contra trabalhadores em greve desde o dia 2 de Junho de 2010 servidores munidos de balde, vassoura e muito desinfentante promoveram lavagem no portão de entrada da SEMED num ato simbólico de fazer uma lavagem moral daquele órgão.

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GRUPO ATITUDE EMITE NOTA DE APOIO A GREVE DOS SERVIDORES DE MARABÁ
Pelo direito de greve dos trabalhadores!
Não à repressão! Mobilização permanente!
domingo, 20 de junho de 2010
CATEGORIA DE TRABALHADORES DE PARAUPEBAS UNIDA PRESSIONA E PREFEITO CEDE
A categoria de TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE PARAUPEBAS recusou a proposta de reajuste do governo de 5,3%, decretou estado de greve desde o dia 1º de junho e organizou um movimento que ganhou as ruas de Parauapebas com cerca de 3 mil pessoas e aulas suspensas em todo o município. A Prefeitura Municipal de Parauapebas, através de sua Procuradora Geral, Drª Quésia Lustosa (foto), conseguiu uma liminar no dia 15 de junho, no TJ-PA, determinando que os professores da rede pública municipal retornem às aulas em 24 horas com pelo menos 75% do efetivo, sob a pena de multa diária de R$5.000,00 (cinco mil reais), até que seja julgado o mérito da ação. A liminar cita ainda que haja multa de R$1.000,00 (um mil reais) para qualquer ação que impeça aluno ou professor de participarem das aulas e autoriza a PMP a descontar os dias dos faltosos a partir de 16/062010.
No dia 17 de junho professores da rede municipal de ensino fizeram piquete na porta da Prefeitura de Parauapebas, vistoriando todos os veículos que de lá saiam. O objetivo era não deixar o prefeito Darci Lermen (PT) sair sem ouvir as reivindicações dos educadores parauapebenses. Só desocuparam quando o prefeito assinou um termo de compromisso que receberia uma comissão de grevistas no outro dia.
Depois de quatro horas reunidos no dia 18, na busca de uma solução, SINTEPP e Prefeitura de Parauapebas entraram, finalmente, em acordo. A prefeitura concederá reajuste salarial de 6,49% (percentual dentro do limite prudente para que a gestão municipal não ultrapasse a barreira legal da Lei de responsabilidade fiscal), seis meses de licença maternidade, abono das faltas, volta da licença prêmio (retirada no governo da BEL), renovação de todos os contratos, discussão do PCCR, abertura de todas as contas da prefeitura para o SINTEPP se certificar da atual condição financeira do município e em contrapartida os professores retornarão ao trabalho na próxima segunda-feira.
Com relação à ocupação do prédio da prefeitura, o prefeito Darci afirmou que em nenhum momento esteve em cárcere privado, e caso ocorresse acionaria a justiça para tomar as providências cabíveis. "Fiquei trabalhando no meu expediente normal, até 22 horas como todos os dias. Não me senti acuado, logo porque são trabalhadores fazendo suas reivindicações", esclareceu.
Os professores tentaram entregar para o prefeito um abaixo-assinado, com 500 assinaturas, pedindo a demissão do Secretário Municipal de Educação Raimundo Neto. Entretanto, Darci Lermen não recebeu o documento, e afirmou que poderia até receber, mas não acataria a decisão da categoria.
O restante da pauta de reivindicações ficou para ser discutido posteriormente, em reuniões com a direção dos sindicatos e PMP, que serão ainda marcadas.
Adaptado de :www.zedudu.com.br + informações da sub sede
sábado, 19 de junho de 2010
TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE MARABÁ PROMETEM LAVAR A SUJEIRA DA SEMED


Isto demonstra uma tentativa desesperada para conter o movimento que cresce assustadoramente a cada dia.A SEMED (Secretaria Municipal de Educação e Desporto) promete substituir grevistas esquecendo-se que servidor em greve não pode ser substituído, salvo casos previstos em lei. E fica uma pergunta que não quer calar; pode contratar gente sem autorização da câmara municipal?
sexta-feira, 18 de junho de 2010
EM MARABÁ, A GREVE CONTINUA FORTE!
Enquanto a greve caminha para 100% de adesão o prefeito, Maurino Magalhães, finge que está tudo bem e numa arrogância como nunca se viu antes se recusa a negociar com os servidores em greve e penaliza o povo de Marabá que continuará extremamente prejudicado com a greve dos servidores municipais.
