terça-feira, 29 de junho de 2010

O CONTRA CHEQUE ZERADO



Lamentavelmente a ameaça, a perseguição e a retaliação são instrumentos muito bem utilizados pelo atual gestor de Marabá que, ultimamente, não senta pra negociar com ninguém nesse município e ainda diz-se um servo de Deus. Hoje os trabalhadores da educação em greve têm em mãos a concretização das ameaças: “O CONTRA CHEQUE ZERADO”.
Falta de aviso não foi o prefeito jurou vingar-se das vaias que recebeu na frente do presidente. Vaia a qual atribui apenas aos servidores da educação que não passavam de “meia dúzia de gatos pingados” dentro do local, pois os outros foram barrados pela segurança do presidente por estarem com faixas, nariz de palhaços e outros apetrechos não permitidos no evento. Segundo ele, o prefeito, foram os trabalhadores em educação quem orquestraram a vaia dele na frente do Lula. Se tivesse sido ele não deveria ter se vingado de maneira tão baixa e mesquinha. Agora pergunto o que será que ele vai fazer com os trabalhadores da saúde que também estavam lá e o vaiaram? Os sem tetos? Os garimpeiros?Os universitários? Os estudantes secundaristas? E os empresários? Será que só vai ter tronco (método antigo de castigar escravos) para o pessoal da educação?
Em greve desde o dia 2 de junho os que se aventuraram a tirar o extrato do contra cheque custam a acreditar que tiveram seus direitos violados. O Ministério Público recomendou ao prefeito que não descontasse os dias parados e sentasse com os grevistas para por fim na greve, mas ele afrontou o Ministério Público mais uma vez, essa não é primeira, e mandou cortar o ponto dos trabalhadores da educação. Como já vinha fazendo desde o inicio de seu mandado afronta o Ministério Público e não atende a recomendação de uma promotora. Será que nessa Terra não existe "JUSTIÇA”? Nem a justiça divina parece que funciona contra esse prefeito.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

TRABALHADORE EM EDUCAÇÃO DE MARABÁ PROMOVEM LAVAGEM NA SEMED
















Indignados com a repressão da Secretaria Municipal de Educação de Marabá contra trabalhadores em greve desde o dia 2 de Junho de 2010 servidores munidos de balde, vassoura e muito desinfentante promoveram lavagem no portão de entrada da SEMED num ato simbólico de fazer uma lavagem moral daquele órgão.



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GRUPO ATITUDE EMITE NOTA DE APOIO A GREVE DOS SERVIDORES DE MARABÁ

Todo apoio à greve dos servidores em Educação!
Que o governo Maurino Magalhães e seu secretário de educação negociem com a categoria e cumpra as suas reivindicações.

Nós, do Grupo Atitude somos um Movimento Social composto por militantes e ativistas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais – LGBT de Marabá, nascido no calor das lutas em defesa da cidadania, dos direitos sociais e humanos. Defendemos também que todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e a segurança pessoal. A partir do momento em que esses direitos são violados, automaticamente a humanidade sofre como observamos de perto o grande descaso e desmazelo com os trabalhadores em Marabá.

A situação dos profissionais em Educação e Saúde em Marabá se tornou preocupante, deflagrando uma greve unitária desde o dia 02/06/2010 entre as categorias. Os trabalhadores estão lutando contra salários arrochados, incompatíveis com o PCCR; Plano de saúde para o servidor; melhoria nos postos de trabalhos e reformas nas escolas não permitindo uma vida digna aos profissionais.
O fato mais intrigante foi ver uma diretora da categoria com uma faca em mãos, lutando contra os servidores em greve. Pois essa mesma diretora, que em um evento do público LGBT estadual no ano passado que teve como objetivo o desenvolvimento das políticas públicas para a comunidade LGBT, retirou das mãos dos organizadores do evento, todas as chaves de acesso aos banheiros de forma truculenta, achando que o órgão público fosse de sua propriedade, deixando assim todos os militantes do Movimento LGBT do Estado do Pará constrangidos com sua ATITUDE! Além de pronunciar em alto e bom som de que o evento se “tratava de uma pouca vergonha” fato este que foi denunciado pelas lideranças durante a abertura do referido evento. Perguntamos a sociedade, de que forma vamos combater o preconceito, discriminação e violência contra a nossa comunidade de modo geral, com a nossa educação em crise? Sobre tudo a questão da homofobia.

A categoria deve reforçar e ampliar a sua mobilização, apenas a luta dos trabalhadores, garantirá a verdadeira vitória à categoria.

Pelo direito de greve dos trabalhadores!

Não à repressão! Mobilização permanente!

domingo, 20 de junho de 2010

CATEGORIA DE TRABALHADORES DE PARAUPEBAS UNIDA PRESSIONA E PREFEITO CEDE

A categoria de TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE PARAUPEBAS recusou a proposta de reajuste do governo de 5,3%, decretou estado de greve desde o dia 1º de junho e organizou um movimento que ganhou as ruas de Parauapebas com cerca de 3 mil pessoas e aulas suspensas em todo o município. A Prefeitura Municipal de Parauapebas, através de sua Procuradora Geral, Drª Quésia Lustosa (foto), conseguiu uma liminar no dia 15 de junho, no TJ-PA, determinando que os professores da rede pública municipal retornem às aulas em 24 horas com pelo menos 75% do efetivo, sob a pena de multa diária de R$5.000,00 (cinco mil reais), até que seja julgado o mérito da ação. A liminar cita ainda que haja multa de R$1.000,00 (um mil reais) para qualquer ação que impeça aluno ou professor de participarem das aulas e autoriza a PMP a descontar os dias dos faltosos a partir de 16/062010.

No dia 17 de junho professores da rede municipal de ensino fizeram piquete na porta da Prefeitura de Parauapebas, vistoriando todos os veículos que de lá saiam. O objetivo era não deixar o prefeito Darci Lermen (PT) sair sem ouvir as reivindicações dos educadores parauapebenses. Só desocuparam quando o prefeito assinou um termo de compromisso que receberia uma comissão de grevistas no outro dia.

Depois de quatro horas reunidos no dia 18, na busca de uma solução, SINTEPP e Prefeitura de Parauapebas entraram, finalmente, em acordo. A prefeitura concederá reajuste salarial de 6,49% (percentual dentro do limite prudente para que a gestão municipal não ultrapasse a barreira legal da Lei de responsabilidade fiscal), seis meses de licença maternidade, abono das faltas, volta da licença prêmio (retirada no governo da BEL), renovação de todos os contratos, discussão do PCCR, abertura de todas as contas da prefeitura para o SINTEPP se certificar da atual condição financeira do município e em contrapartida os professores retornarão ao trabalho na próxima segunda-feira.

Com relação à ocupação do prédio da prefeitura, o prefeito Darci afirmou que em nenhum momento esteve em cárcere privado, e caso ocorresse acionaria a justiça para tomar as providências cabíveis. "Fiquei trabalhando no meu expediente normal, até 22 horas como todos os dias. Não me senti acuado, logo porque são trabalhadores fazendo suas reivindicações", esclareceu.

Os professores tentaram entregar para o prefeito um abaixo-assinado, com 500 assinaturas, pedindo a demissão do Secretário Municipal de Educação Raimundo Neto. Entretanto, Darci Lermen não recebeu o documento, e afirmou que poderia até receber, mas não acataria a decisão da categoria.

O restante da pauta de reivindicações ficou para ser discutido posteriormente, em reuniões com a direção dos sindicatos e PMP, que serão ainda marcadas.

Adaptado de :www.zedudu.com.br + informações da sub sede

sábado, 19 de junho de 2010

TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE MARABÁ PROMETEM LAVAR A SUJEIRA DA SEMED



Diante do provável desperdício de dinheiro público e indícios de irregularidades na aplicação dos recursos da educação no município e como ato de repúdio as perseguições e assédio moral praticado pela turma da SEMED o SINTEPP SUBSEDE DE MARABÁ organiza um abaixo assinado pedindo abertura de uma CPI na educação e a exoneração imediata do secretário de educação e seu adjunto (Ney e Carlos) e ainda prometem lavar a SEMED (Secretaria Municipal de Educação e Desporto) nesta segunda-feira (21/06/2010) para tentar tirar a sujeira de lá.


Segundo os líderes do movimento, os trabalhadores são vítimas de assédio moral e abuso de autoridades de diretores de escola, sob ordens expressas da secretaria de educação, intimidam os grevistas. Os servidores municipais de Marabá vivem dias de terror e apreensão sob ameaças e coação teve uma diretora que chegou a pegar no braço de uma professora e mandou a professora ir para sala dar aula e outra diretora que enfrentou o comando de greve com uma faca, que segundo a direção do SINTEPP a faca seria para cortar a faixa de aviso sobre a greve. Os trabalhadores concursados (dentre eles diretores de escolas) estão sendo coagidos e assediados moralmente por pessoas ligadas ao prefeito enquanto servidores contratados estão sendo ameaçados de não renovação do contrato e substituição imediata.






Isto demonstra uma tentativa desesperada para conter o movimento que cresce assustadoramente a cada dia.A SEMED (Secretaria Municipal de Educação e Desporto) promete substituir grevistas esquecendo-se que servidor em greve não pode ser substituído, salvo casos previstos em lei. E fica uma pergunta que não quer calar; pode contratar gente sem autorização da câmara municipal?



sexta-feira, 18 de junho de 2010

EM MARABÁ, A GREVE CONTINUA FORTE!

Em greve desde o dia 2 de junho, servidores municipais conseguem adesão maciça. São 87 % das escolas (e núcleos de educação infantil) da zona urbana totalmente paralisadas e as outras funcionam precariamente por falta de servidores e de alunos. No entanto o prefeito foi para imprensa debochar do servidor em greve e dizer que a greve se trata apenas de um grupinho do SINTEPP que faz oposição política a ele. Repudiamos a atitude do prefeito que deixa cair de vez sua mascara.
Enquanto a greve caminha para 100% de adesão o prefeito, Maurino Magalhães, finge que está tudo bem e numa arrogância como nunca se viu antes se recusa a negociar com os servidores em greve e penaliza o povo de Marabá que continuará extremamente prejudicado com a greve dos servidores municipais.